Memórias de Infância | Especial Dia das Crianças

12 outubro 2016

A infância é uma época da vida que permanece em nós até mesmo depois que crescemos, não é? Lembramos como se fosse ontem daquelas coisas que tanto nos faziam rir, mas que foram perdendo a graça ao longo do tempo, quando uma vida adulta foi apagando aquela vontade inquestionável de sermos finalmente adultos, porque de uma hora para outra, fomos obrigados a ser. Neste post trago uma série de coisinhas fofas e incríveis que tenho certeza que farão vocês se lembrar da infância, época onde as nossas maiores preocupações era escolher qual desenho assistir, tempo que não volta. 

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  • Os banhos de mangueira em dias quentes 
Talvez alguns ainda façam isso, porém nunca será a mesma coisa. Naquela época, eram só risos e brincadeiras em um final quente de tarde, não nos importávamos com nada além da preocupação de nos divertirmos, nossa cabeça era ocupada com novas descobertas e nem sabíamos que éramos felizes, memórias que nunca irão se apagar, e que já duram uma vida inteira. Ainda tinham aqueles dias em que a chuva parecia perfeita para se molhar entre tantas gotas frias. 

  • Brincadeiras que ninguém esquece 
Tenho certeza que em algum momento da sua infância você já brincou de pega-pega, esconde-esconde e o meu favorito: polícia e ladrão. A escola foi expectadora de todos essas ocasiões. Isso sim era diversão pura, era rir sem parar quando alguém era preso sem querer, quando alguém não sabia se esconder direito porque a escola não tinha tantos lugares esconderijos assim, e continuávamos inventando novos jeitos de brincar. 

  • Fazer castelos na areia da praia
Aposto que muita gente criou a expectativa de fazer castelos quando fosse para a praia, mas que no final nunca deram certo, porque era difícil construir qualquer coisa naquela areia, por mais simples que fosse. Fico feliz com as pessoas que conseguiram aproveitar essa oportunidade e pelo menos tentaram. Nunca conheci o mar, a praia, são lugares que infelizmente desconheço, mas sinto que esse dia está muito perto e quem sabe eu não tento construir um castelo que possivelmente nunca dará certo. Risos.

  • Aproveitar os passeios de escola 
E quem esquece aqueles passeios escolares? Ficávamos ansiosos semanas antes, e no dia anterior mal conseguíamos dormir, porque parecíamos que estávamos indo viajar para outro país em uma daqueles onibus lotados de alunos, e entravamos na onda quando as músicas surgiam na mente e começávamos a cantar para o motorista. 

  • Mansão Foster para Amigos Imaginários 
Esse desenhos fez parte da minha infância de um jeito que até hoje quando me lembro bate aquela saudade e vontade de reviver aquela sensação mágica de não ter problemas maiores do que não perder os episódios semanais que passavam. Para quem não lembra, é a história do Mac, um garoto que é obrigado a deixar o seu amigo imaginário Bloo em um abrigo, e visitá-lo todos os dias, caso contrário, ele será adotado, é na Mansão Foster que Mac conhece tantos personagens incríveis e legais. 

Via: reprodução
  • Amoeba, a massinha de brincar 
Juro que uma das minhas maiores felicidades da infância foi quando ganhei essa coisa grudenta que hoje parece horrível e nojento, ainda me lembro de uma vez em que levei para a escola e me senti a pessoa mais poderosa do mundo porque vários outros alunos vieram falar comigo para saberem como era brincar com aquela coisa fria; o legal é que tinha várias cores, e a minha era vermelha. Será que aquilo ainda vende?

  • Juntar as tralhas e criar uma cabana de papelão e lenções em algum canto da casa
E achar que já era independente, que aquela seria o seu novo lar para sempre e não precisaria mais dos pais, porque você achava que já era crescido o suficiente para se sustentar e cuidar de si próprio. Essa fase ainda era nível fácil, hoje em dia essa brincadeira de se sustentar sozinho é nível hard. 

  • O enigma das bolas laranjas nos fios
E se lembram de quando íamos para algum lugar de carro e o que mais chamava nossa atenção eram aquelas bolas de basquete presas nos fios e fazíamos de tudo para achar uma explicação lógica para estarem ali ou como algum infeliz azarado conseguiu essa proeza. Mas espera aí, até hoje eu não sei porque elas existem! Google, preciso de um help. 

  • E mais uma vez o dia foi salvo, graças as meninas super poderosas
Esse desenho deixou uma saudade tão profundo de quando acordávamos cedo e ficávamos presos aqueles desenhos tão incríveis por horas e horas no sofá, enrolados nas cobertas nos dias mais frios do ano. Florzinha, Lindinha e Docinho eram as garotas que nos inspiravam com seus super poderes fodas e coragem para deixarem a cidade tranquila e longe de tanta gente bacana, como o Macaco Louco. 

Via: reprodução
  • Doug 
Pensa em uma pessoa que foi apaixonada por Doug de um jeito que não podia perder um episodio de quando passava na Cultura, ou foi na Band?! Essa pessoa provavelmente sou eu e um pouco mais. Para ser sincera, foi daí que surgiu a ideia de escrever em diários. Doug Funnie é um garoto de 12 anos que escreve em seu diário todas as coisas que acontecem em sua vida, e toda vez acaba imaginando situações que podem acontecer, sem esquecer do cãozinho mais fofo do mundo, o Costelinha e a paixão não assumida de Doug, Patti Maionese. 

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  • Hey, Arnold 
Sem dúvida uma das melhores épocas era quando esse desenho ainda passava na Band, e contava com as aventuras de Arnold, um garoto de 9 anos que vive os melhores momentos com seus vizinhos e amigos, e hoje pensando bem, aquele lugar onde ele morava parece o Brooklyn, porém o local é fictício, e seu lar é uma pensão onde tudo poder acontecer.

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  • Todo mundo odeia o Chris 
E para fechar esse post com chave de ouro, nada melhor do que falar da melhor série que já existiu na vida de tantas pessoas, tanto crianças e adultos. Chris é um personagem que tem a família mais louca desse mundo, se mete com confusão e participa das histórias mais inusitadas com um humor capaz de tirar risadas de qualquer um. Chegávamos da escola entediados e logo em seguida já ligávamos a TV para acompanhar o seriado. Infelizmente a geração de hoje não saberá o quanto foi bom essa época do Brooklyn. 

Via: reprodução

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